terça-feira, 17 de maio de 2022

Sessão presencial de Cinema acontece nesta quinta-feira na Casa de Cultura, com filme de Tim Burton





A Casa de Cultura “Cristovan Ruiz” recebe nesta quinta-feira (19), as 20h, a sessão de cinema Pontos MIS, modo presencial. Nesta semana, o programa apresentará o filme “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”, com direção de Tim Burton. A entrada é gratuita.

Pontos MIS é um programa de difusão audiovisual do Museu da Imagem e do Som, que neste mês comemora 52 anos. Em Marília, o programa conta com parceria com a Secretaria Municipal da Cultura.


O Filme:


A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (1999)
direção: Tim Burton
Pais de produção: Alemanha/Estados Unidos
Tempo de duração: 145 minutos
Ano: 1999
Classificação etária: 16 anos

Sinopse: Em 1799, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.


Serviço:


Sessão Presencial Pontos MIS

Filme:“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”

Local: Casa de Cultura (Av Santo Antonio, 136)

Data/Horário: dia 19/05 – 20h

Entrada gratuita!

Artistas marilienses desenvolvem mural de graffiti no pontilhão da Rua Bahia neste domingo






Neste domingo, 22 de maio, os artistas marilienses Robal e Leds farão uma pintura ao vivo de um mural de graffiti que retrata a temática “Dinossauros”, presente no imaginário popular, fazendo uma conexão desse universo por meio da arte urbana.

A população poderá acompanhar o processo criativo a partir das 10h, no Pontilhão da R. Bahia (ao lado do Colégio Esquema Único).

A ação compõe o projeto "Elos Perdidos - Reconectando o passado por meio da Arte Urbana", contemplado no Edital Municipal nº02/2021, da Secretaria Municipal da Cultura, que premiou 26 grupos/artistas com atuação no município de Marília, destinando, ao todo, 300 mil reais para a execução de projetos culturais em diversos segmentos como música, artes cênicas, artes visuais, arte urbana, literatura e audiovisual.


Os artistas


Fábio Robal
trabalha com as linguagens Graffiti, Desenho, Ilustração e Histórias em quadrinhos. Formado pela escola de artes Fábrica de Quadrinhos em São Paulo. Possui Doutorado em Ciência da Informação pela UNESP de Marília/SP com a temática graffiti e patrimônio cultural. Coordenou o projeto Arte para Todos/GADA das unidades da Fundação Casa do interior do Estado de São Paulo. Teve diversos projetos aprovados em editais ligados à arte urbana resultando em oficinas e murais de graffiti, como “Café com Graffiti” (graffiti e bate papo); “Ensino dos Fundamentos e Técnica da Arte Urbana”, além de adaptações de obras literárias como “Cidade de Deus” para a linguagem das Histórias em quadrinhos e palestra na Pinacoteca de SP. No graffiti, desenvolveu uma técnica que une aspectos de quadrinhos com o graffiti, com temas inspirados na cultura hip-hop no estilo Oldschool.


LEDS
possui formação na arte do graffiti, com atuação desde 2018. Apesar de ser autodidata, realizou diversos cursos de aperfeiçoamento, como a oficina "Relatos, Técnicas e profissionalismo", ministrada por Tot e Ed-Mun da PDF CREW. LEDS colaborou em vários eventos de graffiti, como o "Fábrica de Graffiti" (Contagem-MG) e o Xia Graffiti Fest (Belo Horizonte- MG). Em 2022, foi convidado para compor a 5º edição do projeto Fábrica de Graffiti em Sabará-MG, pintando um mural de 110m².

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Marília terá II Semana do Hip-hop de 12 a 15 de maio


Marília receberá de 12 a 15 de maio a II Semana do Hip-hop, com shows e campeonato de Breaking na programação. As atividades da Semana do Hip-hop serão realizadas na Estação Ferroviária e na Avenida das Indústrias, e são organizadas por coletivos marilienses com apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

Para o Secretário da Cultura, André Gomes, a II Semana do Hip-hop é mais uma etapa na retomada definitiva na programação artística e cultural, e mais um passo em direção à democratização ao acesso às manifestações culturais.

“O hip-hop é uma cultura que, além dos quatro elementos tradicionais (break, graffiti, MC e DJ) reúne artistas no campo da literatura, audiovisual, entre outras expressões. É um movimento sociocultural, que tem sua gênese vinculada à periferia e durante muito tempo ficou à margem das políticas culturais. Nesse sentido, a Prefeitura por meio da Secretaria da Cultura pretende consolidar a Semana do Hip-hop definitivamente no Calendário Oficial de Festividades do Município e como maior evento Hip-hop do centro-oeste paulista”, disse o Secretário.


Na quinta-feira, dia 12, a programação da semana acontece das 19h até 22h e terá início com a União das Batalhas na Estação Ferroviária, local onde já é realizada a Batalha da Estação e no dia deve reunir as outras batalhas de rima da cidade em uma edição especial com um Pocket Show do Rapper Brooklin, da cidade de Bauru.

Sexta-feira, dia 13, as atividades continuam na Estação Ferroviária e a vez será dos DJ's: um baile Black está programado para este dia – das 19hs até 22h.

Além das atividades nas noites de quinta e sexta a Estação também deve receber uma intervenção de Graffiti que deve levar mais cor para as paredes do local, onde atualmente existe um projeto chamado Estação Cultural.

À partir de sábado, dia 14, as atividades da Semana do Hip-Hop acontecem na Avenida das Indústrias, 13hs até as 22h, onde um palco receberá shows de grupos de Rap de Marília e Bauru além de dois convidados especiais: o Rapper GOG e o Grupo Face da Morte.

Também subirá ao palco os Grupos Comando Verbal, Henrick Rick, Mabeco, Interior MC's, MC Toddy e Rua Escura, todos de Marília. Da cidade de Bauru participará nesse dia: Cocão de Quebra, Mina Min, Dom Black, Índio Fua e D'Gordão. Também sobem ao Palco no sábado os DJ,s Ciro Rirais e Custela.

No domingo, dia 15, com programação das 13h até as 22h, acontece a 1° edição da Batalha da Bolacha que é um campeonato de Breaking que deve reunir b-boys e b-girls de várias cidades de São Paulo e Paraná e contará com disputas de dança nas modalidades Footwork e AllStyle.

No domingo também já está confirmado o show do grupo Caçadores de Harmonia e os DJ,s Seity de Birigui e Ene de Assis, as atividades também devem acontecer na Avenida das Indústrias.

No sábado e domingo também serão realizadas intervenções de Graffiti durante o evento, que também contará com espaço kids e foodtrucks.

Programação:


DIA 12 (Estação 
Ferroviária Cultural)

18h30 - Início com graffiti

19h30 - Scxiffer

20h - Iseth

20h30 - Sosa

21h – Batalha

22h40 - Davisão

23h10 - Broklyn



DIA 13 
(Estação Ferroviária Cultural)

19h Baile Black



Dia 14 (Av das Indústrias)


13h - Dj costela

14h - W Toddy

14h30 - Interior Mc

15h - Rua escura

15h40 - Mina min

16h10 - Fua

16h35 - D’Quebra

17h - D Gordão

18h40 - Dom Black

19h10 - Dj ciro

20h10 - 450

20h50 - Mabeco

21h20 - Comando Verbal


22h - Face da morte

23h - Gog




Dia 15 (Av das Indústrias)

15h - Dj Custela

16h20 - Lua

17h - Soldi

17h40 - Dj Rapha

18h40 - Lukão GDS

19h20 - Caçadores de Harmonia







Cantora Carina de Jesus realiza live musical como contrapartida da Lei Aldir Blanc

 


No dia 18 de maio, a partir das 20h, será transmitida a live musical liderada pela cantora gospel Carina de Jesus. A apresentação contará com a presença do tecladista e produtor Gerson Alves, além do apoio técnico da Escola Music.All.

A transmissão ocorrerá pelo link:  https://www.facebook.com/carina.dejesus.3133

O show de voz e teclado trará louvores autorais de Carina de Jesus e de grandes cantores gospel como Nivea Soares , Rachel Malafaia  e Eyshila.

A ação é uma contrapartida da Lei Federal Aldir Blanc no município de Marília.

Sobre os artistas

Carina de Jesus é cantora, compositora e musicista da igreja Nova Canaã, com CD, live session e singles publicados no YouTube. A artista conta com mais de 24 mil seguidores no Instagram, sendo uma das principais representantes de Marília na cena gospel.

Gerson Alves é músico e produtor musical. Nascido em Santo André, hoje com 40 anos, começou tocando teclado na igreja em meados dos anos 90. Atualmente participa como músico e produtor musical da cantora gospel Monica Alves. Paralelamente também participa com pianista no grupo JK music, em eventos de casamentos e festas na região de Marília. Recentemente participou por 3 anos como musico e produtor musical do Ministério Novo Eu de Marília.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Cia. Gravitá apresenta o espetáculo Sob o mesmo Teto em Marília

 


Quem não tem cão caça com gato”, diz um antigo dito popular. E quem tem solidão, cura-se como? Para os acrobatas Alessandro Coelho e Débora Ishikawa, fundadores da premiada Cia. Gravitá, a resposta é a mesma do ditado: com gato. Aliás, a relação entre um professor solitário e uma gata de rua ganha contornos de circo e teatro ao longo do espetáculo Sob o mesmo Teto. A montagem será encenada na terça-feira (17/5), às 14h, no Teatro Municipal Waldir Silveira Mello. A apresentação será realizada para as escolas da Rede Municipal de Educação.

Contemplada pelo ProAC (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo), a partir do edital Circulação de Espetáculo para o Público Infantojuvenil, a temporada de Sob o mesmo Teto passará por cinco cidades do estado. Além de Marília, Campinas, Mogi das Cruzes, Garça e Bauru receberão o espetáculo durante o mês de maio.

Sob a direção de Michelli Rebullo, da Cia. Diálogos Acrobáticos, o espetáculo lança mão das linguagens do circo e do teatro para narrar essa singela história, também pautada por encontros. “O circo é muito agregador. Ele sempre trouxe o teatro, a música e a dança para dentro dele. É um lugar de simbiose”, destaca a diretora. Durante o processo de criação, Michelli conta que buscou potencializar, em cada uma das cenas, as diversas variações da acrobacia de solo, ponto forte da companhia.

E o que a plateia pode esperar dessa linguagem circense? O acrobata Alessandro Coelho, intérprete do professor cheio de manias, responde num fôlego só: jogos corporais, cômicos e acrobáticos. “O espetáculo possui acrobacias de solo individuais e em dupla. Nas acrobacias em dupla, utilizamos uma técnica circense denominada mão-a-mão. Assim, temos elementos acrobáticos estáticos e dinâmicos, que se misturam à trama da história encenada”, conta.

Com uma hora de duração, a montagem, com classificação livre, conduz o espectador a uma redescoberta, que parece ter sido bem esquecida nos tempos atuais: o quanto as relações, tanto com animais quanto com pessoas, são capazes de transformar o ser humano para melhor. Sob o mesmo Teto, em especial, a transformação acontece a partir do encontro entre um homem metódico e um pet resgatado das ruas.

Nossa relação no dia a dia nos faz enxergar os pets como pessoas. Eles têm vontades, manias e se comunicam conosco. E as acrobacias simbolizam justamente a harmonia dessas relações. Sou amante deles, sou a favor da adoção e prezo pelo respeito a todas as formas de vida e acredito que essas coisas permeiam nossas criações. Afinal, eles nos ensinam uma outra linguagem do amor”, conta a acrobata Débora Ishikawa, a intérprete da gata.

Por sinal, a gata da cena teve inspiração em um felino da vida real: Susi, que acompanhou boa parte da vida da acrobata. “Ela era destemida, espantava os cachorros da vizinhança, era uma ótima caçadora, mas ao mesmo tempo muito carinhosa. Sou muito grata pelo tanto que ela me ensinou”, recorda-se. Para levar os gestos à cena, a acrobata se utilizou da mímesis corpórea (teatralização de movimentos do cotidiano a partir da observação), buscando, ao máximo, humanizar os trejeitos felinos. “Nosso objetivo sempre foi o de trazer referências sutis, sem apresentar um gato na sua forma literal, dada a visão humanizada dos nossos pets que a convivência nos traz”, reforça.

Sob o mesmo Teto não tem fala. Tudo é gestual. Por conta disso, como destaca Alessandro Coelho, a trilha sonora inédita, assinada por Fred Fonseca, tem papel fundamental de guia. Leva o espectador a uma imersão entre as ações e os muitos miados. “Se entendermos que a cenografia, o figurino, a iluminação e, claro, as acrobacias são corpo desse espetáculo, então a trilha sonora é alma deste corpo. Ela é que conduz os personagens e o público ao longo das cenas”, destaca o acrobata.

Por fim, quem assiste ao espetáculo, independentemente da idade, sai tocado pelo miado da amizade. Sente-se ávido em buscar novas e antigas relações de convivência. Os acrobatas, por outro lado, transbordam-se de esperança. “Só teremos uma boa convivência quando conseguirmos encontrar uma harmonia entre todos os envolvidos. Nesse ponto, os conflitos cessam e o convívio passa ser uma soma de potencialidades”, finalizam.

O espetáculo

Um professor muito ocupado com sua rotina e suas manias, despretensiosamente, encontra companhia em uma gata atropelada. Ele a salva das ruas, ela o salva da solidão. Sob o mesmo Teto é um espetáculo da Cia. Gravitá, com Débora Ishikawa e Alessandro Coelho, dirigidos por Michelli Rebulho, da Cia. Diálogos Acrobáticos.

A partir de jogos corporais, cômicos e acrobáticos, os personagens se encontram e criam um laço de amizade que transforma a forma como ambos enxergam a vida.

A Cia. Gravitá

Juntos desde 2009, Alessandro Coelho e Débora Ishikawa trabalham como dupla de mão-a-mão em diversas companhias, como a Noite da Rose, Cia. Diálogos Acrobáticos, Los Circo Los, Troupe Guezá e Coletivo Lateral.

Em 2017, fundaram a Companhia Gravitá com o intuito de pesquisar o circo e suas transversalidades de linguagem. Desde então, já foram contemplados com o Prêmio ProAC, do Governo do Estado de São Paulo, em 2018, 2019 e 2020.

Também participaram de importantes eventos, como o Festival Internacional SESC de Circo (SP), o Festival Paulista de Circo (SP), o Festival de Circo do Brasil (PE), o Festival Internacional de Circo do Ceará (CE), a Mostra SESC de Culturas Cariri (CE), o Festival de Circo Social de Toledo (PA), o Festival de Circo de Campo Mourão (PA), o Festival Intercâmbio de Linguagens (RJ) e o Festival de Artes de Rua de Arouca (Portugal).

Premiados no II Festival Internacional de Circo, destacam-se pelo alto nível técnico aliado à poética da gestualidade.

Ficha técnica

Acrobatas: Alessandro Coelho e Débora Ishikawa

Direção: Michelli Rebulho

Preparação Corporal: Kelly Cheretti

Figurinos: Helen Quintans

Trilha Sonora: Fred Fonseca

Cenografia: Rafael de Castro

Iluminação: Francisco Barganian

Operação de som: Daniel Salvi

Audiodescrição: Bell Machado

Produção: Juliana Kaneto

Design Gráfico: Otávio Fantinato

Assessoria de Imprensa: Tiago Gonçalves

Comunicação e Marketing Digital: Miguel Von Zuben



Sessão e Bate-papo de Cinema Pontos MIS apresenta filme “The Square – A arte da discórdia”





O Bate-papo de Cinema Pontos MIS realiza exibições de filmes seguidos de debates ao vivo no YouTube do Museu, buscando trazer membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cineclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção.

Nesta semana a sessão, realizada em parceria com a Pandora filmes, exibe gratuitamente “The Square – A arte da discórdia”, Grande vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2017.

O filme fica disponível on-line de 13.05 (às 18h) a 15.05 por meio deste link https://vimeo.com/showcase/9363674, e o bate-papo sobre ele, que acontece no canal do MIS no YouTube, conta com a presença da Luciara Ribeiro. A mediação é da Giuliana Monteiro, diretora e roteirista.

Pontos MIS é um programa de difusão audiovisual do Museu da Imagem e do Som. Em Marília, o programa conta com parceria com a Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria da Cultura.


Sobre o filme:


The Square – A arte da discórdia (dir. Ruben Östlund, Dinamarca | França | Suécia, 2017, 142 min, 14 anos).

Christian é o respeitado curador de um museu de arte contemporânea, um pai de dois filhos, divorciado, mas dedicado, que dirige um carro elétrico e apoia boas causas. Sua próxima mostra é “The Square”, uma instalação que convida os transeuntes ao altruísmo, lembrando-os de seu papel como seres humanos responsáveis.

Mas às vezes é difícil viver de acordo com seus próprios ideais: a resposta tola de Christian ao roubo de seu telefone o arrasta para situações vergonhosas. Enquanto isso, a agência de relações públicas do museu criou uma campanha inesperada. A resposta é exagerada e coloca Christian, assim como o museu, em uma crise existencial.


Sobre a convidada:



Luciara Ribeiro: Educadora, pesquisadora e curadora. Interessa-se por questões relacionadas a descolonização da educação e das artes e pelo estudo das artes não ocidentais, em especial as africanas, afro-brasileiras e ameríndias. É mestra em História da Arte pela Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2018), onde foi bolsista da Fundación Carolina, e pelo Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2019), onde foi bolsista CAPES. É graduada em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2014) com intercâmbio na Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2012). É técnica em Museologia pela Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETEC, 2015). Atualmente é docente no Departamento de Artes da Faculdade Santa Marcelina.


Sobre a mediadora:


Giuliana Monteiro é roteirista e diretora nascida em São Paulo. Formada em Multimeios pela PUC-SP, trabalhou como produtora durante oito anos antes de dirigir seus primeiros projetos.

Em 2011, mudou-se para Nova York com uma bolsa de estudos para cursar o mestrado em roteiro e direção de filmes na Universidade de Nova York (NYU, Tisch School of the Arts).

Dirigiu e roteirizou seis projetos de curta-metragem nos últimos três anos – os curtas “Raízes” (experimental), “Margarete 6422” (documentário), “Stay” (ficção), “Felicidade” (ficção) e “Eu não digo adeus, digo até logo” (ficção) – partindo de uma linguagem mais documental para ficção.


Serviço:

Sessão + Bate-papo de Cinema Pontos MIS | Filme: The Square

Filme disponível on-line de 13.05 (às 18h) a 15.05 por meio do link https://vimeo.com/showcase/9363674

Bate-papo dia 14/05 – 18h - no canal do MIS no YouTube

Ingresso: gratuito

Classificação: 14 anos

Acessibilidade: libras

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Peça “Leopoldina: Uma mulher e tantos nomes” debate as várias violências sofridas por mulheres


Você já ouviu a expressão “o machismo mata”? Poucas vezes nos questionamos sobre o que está por trás da morte violenta de uma mulher. A palavra feminicídio se refere ao assassinato de mulheres e meninas devido ao menosprezo ou discriminação à condição feminina.

O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de Feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). O país só perde para El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia em número de casos de assassinato de mulheres.

Como forma de promover o debate sobre as constantes violências sofridas pelas mulheres, Marília será palco da peça “Leopoldina: Uma mulher e tantos nomes”. Apresentação acontece em 4 de junho, às 20h, no Teatro Municipal “Waldir Silveira Mello”.

Com elenco principal composto por três intérpretes criadoras com formação em dança movimento terapia, o espetáculo é uma composição artística inédita livremente inspirada na Biografia da Princesa Maria Leopoldina e no livro “Cartas de uma Imperatriz”, escrito por Bettina Kann e Patrícia Souza Lima, historiadoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Os relatos escritos, visuais e de movimento corporal dessas mulheres, são transformados artisticamente em composições coreográficas, onde as intérpretes emprestam seus corpos e vozes dando enfoque às questões femininas, desde o tempo de Leopoldina, essa mulher de tantos nomes, validando sua relevância no contexto histórico e político brasileiro por articular a Independência do Brasil, e em contrapartida, estampam a herança patriarcal na produção de violências, reiterando um cenário de desigualdade entre homens e mulheres que perpetua nos dias de hoje.

O Espetáculo “Leopoldina uma mulher e tantos nomes” é uma manifestação artística de dança, música, teatro e poesia, inspirado nas reflexões das crenças e angústias da primeira imperatriz do Brasil e a condição do feminino na atualidade, através da escuta de mulheres e das impressões corporificadas pelo elenco.

“Compreender a violência sofrida pelas mulheres é transcender a análise de histórias pessoais e mergulhar num complexo universo simbólico e cultural, para além de dramas individuais é o objetivo desse espetáculo que busca investigar e quebrar paradigmas. No espetáculo, trazemos a arte por mulheres que expressam o feminino em toda sua concepção, através de seus corpos, num espetáculo de multilinguagem”, destaca Michelly Karin Barboza, fundadora do Instituto Âme de Marília e intérprete criadora do espetáculo.

Com ingresso social, o espetáculo “Leopoldina: Uma mulher e tantos nomes” foi selecionado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) e conta com o apoio da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Marília.


Quem foi Maria Leopoldina de Áustria

Maria Leopoldina de Áustria – Carolina Josefa Leopoldina de Habsburgo-Lorena, foi arquiduquesa da Áustria, a primeira esposa do imperador D. Pedro I e Imperatriz Consorte do Império do Brasil de 1822 até sua morte, também brevemente sendo Rainha Consorte do Reino de Portugal e Algarves entre março e maio de 1826.

É considerada por muitos historiadores como a principal articuladora do processo de Independência do Brasil. O historiador Paulo Rezzutti, autor do livro “D. Leopoldina — A história não contada: A mulher que arquitetou a Independência do Brasil”, sustenta que foi em grande parte graças a ela que o Brasil se tornou uma nação.

Segundo ele, a prometida de D. Pedro abraçou o Brasil como seu país, os brasileiros como o seu povo e a Independência como a sua causa. Foi também conselheira de Pedro em importantes decisões políticas que refletiram no futuro da nação, como o Dia do Fico e a posterior oposição e desobediência às cortes portuguesas quanto ao retorno do casal a Portugal. Consequentemente, por reger o país em ocasião das viagens de Pedro pelas províncias brasileiras, é considerada a primeira mulher a se tornar chefe de estado de um país americano independente.


Serviço


Peça “Leopoldina: Uma mulher e tantos nomes”

Quando: 4 de junho

Horário: 20h

Local: Teatro Municipal “Waldir Silveira Mello”

Ingresso Social: R$15,00 + 1 produto de higiene pessoal (O produto deverá ser entregue na entrada do teatro no dia do evento e, posteriormente será doado ao Centro de Referência da Mulher do Município)

Informações: (14) 99607-6674


terça-feira, 3 de maio de 2022

Batalha de rimas é realizada na antiga Estação Ferroviária de Marília








Será realizado no dia 05 de maio o evento “Batalha da Estação”, a partir das 20h, na antiga Estação Ferroviária de Marília. O evento conta com apoio da Secretaria da Cultura, através da Lei Federal Aldir Blanc.

O evento acontece às quintas-feiras e teve a primeira edição em 2019. As batalhas são organizadas pela Família Q-Loko (Quick Loko, Dj Costela, Sete MC e Guindas MC).

Nesta edição de 05 de maio, haverá premiação ao campeão e segundo lugar da batalha. A intenção é incentivar e dar força ao movimento hip-hop.

As batalhas de rimas são embates através de frases improvisadas e rimas. Nesses encontros os MCs improvisam as rimas em uma espécie de duelo à capela, acompanhados do beatbox ou com auxílio de um DJ.


SERVIÇO


Batalha da Estação

Dia 05 de maio – 20h

Local: antiga Estação Ferroviária de Marília

Evento gratuito.




Praça do Tiro de Guerra recebe festival de música e dança Flashback, com participação da Bateria da Salvador Salgueiro e da Vila Barros

 


No dia 7 de maio, sábado, a partir das 14h, na Praça do Tiro de Guerra, acontecerá o Festival de Música Flashback organizado pelo DJ Bela, com apoio da Secretaria da Cultura e da escola  de dança “Multi Ritmos”.

O evento é gratuito e voltado para toda a família, com muita música e dança conduzida pelos dançarinos de ritmos flashback da escola Multi Ritmos, do Prof. Cleber Afonso.

O encerramento do festival, por volta das 20h, fica por conta da Bateria da Salvador Salgueiro (em parceria com a Bateria da Vila Barros), apoiada pela Lei Federal Aldir Blanc.


segunda-feira, 2 de maio de 2022

Academia Jazz Belll realiza lançamento oficial dos concurso Miss Marília Mirim e Mister Jazz Bell

 




A Academia Jazz Bell, em parceria com o Marília Shopping, realizarão o lançamento oficial dos concursos "Miss Marília Mirim" e "Mister Jazz Bell", no próximo dia 07 de maio as 19h nas dependências do Marília Shopping.

Poderão participar dos concursos meninos e meninas de três a dezessete anos, divididos em suas respectivas categorias.

O evento contará ainda com desfile de modas, com participação de lojas do Marília Shopping, e apresentações dos grupos de danças da Academia Jazz Bell.

Com apoio da Politica Nacional Aldir Blanc de fomento à cultura, a Jazz Bell e o Marília Shopping arrecadarão 01 Kg de alimento não perecível junto ao público presente, que será destinado ao Fundo Municipal de Solidariedade.

As inscrições para a participação nos concursos já estão abertas na Academia Jazz Bell, Rua Pernambuco, 1197 - anexo ao ginásio de esportes do Colégio Cristo Rei.



Mais informações pelos telefones e whatsapp (14) 3454 2077 e (14) 99609 2641.

sexta-feira, 29 de abril de 2022

Grupo de Capoeira Marília-Brasil realiza ações educativas em parceria com a Secretaria da Cultura

 



No dia 29 de abril, com apoio da Secretaria da Cultura, o Grupo de Capoeira Marília-Brasil realizou ações educativas na Escola Estadual Profa. Sylvia Ribeiro de Carvalho e no CRAS Teotônio Vilela.

Sob a coordenação do Mestre de Capoeira Pereira, as ações foram contextualizadas no estudo do corpo e da musicalidade, incluindo a apresentação dos aspectos históricos da capoeira, com destaque às origens e principais acontecimentos que marcaram essa expressão cultural, bem como a apresentação de uma roda de capoeira, envolvendo música e os movimentos que misturam dança com arte marcial.

As atividades contaram com a participação das crianças do CRAS e dos jovens e adultos da Escola Sylvia Ribeiro, que puderam experimentar na prática essa arte tradicional.

As apresentações foram contrapartidas da Lei Federal Aldir Blanc no município de Marília.